sexta-feira, 23 de outubro de 2009

A primeira parte da história romântica de uma parte apaixonada...

E eu reparei nos seus olhos
na sua barba rala que tanto me instigava
no seu cabelo baixo, e novamente em seus olhos, olhos cor de mel...
no seu sorriso recatado e até mesmo na sua falsa timidez...
no seu andar, no seu jeito de falar
sempre suave, sempre maneiro, sempre sorrateiro
conquistando até mesmo quando não o quer fazer
pude entender por que pensava tanto em você
era meigo e tinha despertado em mim uma maneira de me fazer feliz
tinha despertado o sentido de amar que a muito pensava já não mais existi dentro de mim...

CONTINUA...

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Um breve desabafo para B.... parte II

Incrivel como tudo acontece
Naquele momento fiquei triste, não posso negar
Tinha tanto para lhe oferecer
Mais võcê não quis
E agora fico eu aqui no meu canto
Chorando mais um desamor
Mas acredito que tudo isso vai passar
Eu vou voltar a sorrir
E deixar de te amar
Por que não existe um amor reciproco infeliz
O que existe é sofrimento por amor não correspondido.

Linguagem e Comunicação Primitiva


BREVE RESENHA SOBRE O FILME " A GUERRA DO FOGO".


O filme trata de dois grupos de hominídeos pré-históricos: um que cultuava o fogo como algo mágico, sobrenatural e de suma importância e o outro que dominava a sabedoria de como fazer o fogo, fala das raízes do homem, e é ainda uma mistura de simbologias sobre o despertar da razão, das relações humanas e do amor.
Como já foi citado que haviam dois grupos no filme, em termo de linguagem o primeiro não está muito longe dos demais primatas, emitindo gritos e grunhidos quase na totalidade vocálicos. Esse tipo de comunicação se parece com o que Rousseau considera em seu Ensaio sobre a Origem das línguas, como a primeira manifestação de linguagem no homem como expressão de suas paixões, e também dor e prazer. O segundo grupo aparenta ter uma comunicação mais complexa, com sons mais articulados, o que causa um ruído de comunicação entre os dois grupos pois o que é dito por um não é entendido pelo outro. O homem aprendeu a fazer o fogo, e a necessidade de preservação desse conhecimento levou-o a também evoluir no campo da comunicação, no início sua linguagem podia ser meramente gestual, mas logo após ele descobre que os sons também poderiam prestar uma função comunicativa, e a partir do momento em que aprende a diversificar os sons através das articulações, consegue aumentar a comunicação entre eles.
Um pouco de evolução nessa linguagem, serviu então para facilitar a convivência entre eles, e como diria Ferdinand de Saussure “não é a linguagem que é natural ao homem, mais a faculdade de se construir uma língua”.

Texto:Camila Mota

domingo, 11 de outubro de 2009


E a coisa que me irrita é que realmente você nunca compreenderá...

E a coisa que me assusta é que você sempre estará em dúvida...

Você sabia que me fez chorar?

E o que me irrita é que você nunca me compreenderá...

E o que me assusta é que você sempre esta com essas malditas dúvidas...

Pegue na minha mão por favor...vamos mudar a realidade, a nossa , a sua, vamos mudar tudo...

Não sei não é o mais fácil de se falar...

D.Nice Irmandade da Boa Morte


Foto por:Camila Mota

sábado, 10 de outubro de 2009


É tudo verde e natural

Admiro com olhos de águia

O cheiro da cana doce

Da um leve acalanto ao meu coração

Tão só tão triste, tão vazio, mesmo cansado

Alegro-me um pouco na próxima curva

To chegando em casa...

domingo, 4 de outubro de 2009

Amizade


Hoje, domingo 04/10/09 acordei carente, mais não só carente de amor mais também carente das minhas amigas (Fernanda e Deyse)... com a minha ida para a faculdade acho que estamos distantes demais umas das outras,e isso não é bom...sinto uma falta danada dessas loucas e elas nem ai pra mim,hehe.mais acho que o que é verdadeiro nunca morre, e a nossa amizade é verdadeira disso eu tenho certeza...

só sei que amo elas demais e essa distância vai acabar logo logo, assim espero...

Pessoinhas do meu coração hoje fiz essa homenagem à vocês, espero que leiam...hihi afinal vai ficar gravado aqui por muito muito muito tempo...


By:Camila Mota

sábado, 3 de outubro de 2009

Um mero desabafo para B.... parte I

É noite caminho solitária por entre as árvores

Acendo um cigarro, vou ao fundo do poço mas logo estou de volta


Admiro o luar,é noite de lua cheia e que bela noite...


O ar é fresco, e o vento uiva entre as portas e janelas dos antigos casarões


Olho então para frente novamente, vejo você


Com seus olhos vagos, seu sorriso incerto,quase sempre aberto, que só faz me confundir


Não creio nas suas palavras, aliás loucas palavras sussurradas por ti...


Por que fez isso comigo?


Mostraste pra mim seu belo sorriso, fizeste que eu tão logo me apaixonasse por ti


E agora depois disso tudo sumiste


Levando um grande e importante pedaço de mim...

domingo, 27 de setembro de 2009

Cinema nas Periferias


A sociedade da informação constituída nos séculos XX e XXI é marcada, pela busca intensa por uma comunicação flutuante, onde o tempo de suas divulgações não pode esperar. Daí o surgimento de tantos dvd's piratas que circulam no mercado, fazendo com que principalmente a grande maioria da população faça consumo desta, esta que vive em grande maioria nas áreas periféricas como o próprio presidente Luis Inácio cita em uma entrevista,onde defende a criação urgente de salas de cinema na periferia das grandes cidades." É preciso ter uma determinação, para fazer com que essas coisas cheguem definitivamente à periferia, onde está a maioria da população".Assim, o distanciamento das pessoas do cinema, com o pipocar dos dvd's mais "acessivéis", conseguiram criar o público da telinha, ou seja, aquelas pessoas que assistem aos filmes em casa , pagando muito pouco por isso. Porém para mudar este comportamento não basta apenas, abrir salas e baixar o preço, ainda que esta seja, claro, o ponto de partida. É preciso, ter uma política de formação de públicos que estimule a pessoa a voltar ao cinema. Criando sessões voltadas para a família, incluindo o cinema ao circuito das atividades extracurriculares das escolas de comunidades carentes, promover debates com os jovens destas escolas com a temática do filme exibido, ou seja agregar valores adicionais a exibição.Assim iniciativas como a abertura de salas de exibição em supermercados da periferia carioca e paulista deve sim ser comemorado, porém sem o esquecimento de que existem no país muitas outras áreas periféricas que necessitam também da abertura de salas, e que isso tudo deve vir acompanhado de uma proposta de inclusão.


Texto:Camila Mota

Referência Bibliográfica:Cicult,Revista Espaço Acadêmico nº43,Dezembro - 2004

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Confraria Giramundo

video

Composta por 6 membros a banda Confraria Giramundo começa fazendo shows no interior da Bahia, como neste video mesmo um pequeno trecho da música Zanzibar apresentada pela banda no show no Bar e Restaurante Ponto Vital, na cidade de Santo Amaro da Purificação,mais já ai podemos perceber o enorme talento desses garotos...Breve mais postagens sobre a banda,data oficial de lançamento e muito mais...

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Tempo

estive conversando com o tempo

tampouco pensei que pudesse falar

ouvi com cautela o que tinha a dizer

falou-me das horas

do medo e do escuro

falou-me da vida

da arte e do ouvir

mostrou-me os versos cantados por ele

aos mortais que residem por aqui

lembrou-me do destino

alertou-me :
tudo só acontece quando o acaso também esta por vir

domingo, 13 de setembro de 2009

ninguém sabe como, mas ela vem do acaso.
ninguém sabe por qual porta, mas ela adentra,
faz morada, nos toca, nos banha e deixa perfume de rosas no corpo.
eu a aceitei, como a praia se deixa tocar pelo mar.
eu a deixei lavar meu corpo de areia e sal.
não fiz sinal algum, apenas esperava-atodas as noites,
todas as tardes e manhãs.
queria vê-la, para tocar seus dedos;
pois descobrir que era os seus dedos a chave de tantos, tantos mistérios.

Jurandir Rita

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Canções da Praia I


Numa praia ébria, havia um sujeito sóbrio de quem sabe o nome.
As ondas, espumas e águas riscavam abaixo dos pés.
Diziam segredos de quem está do outro lado.
Falaram das valsas, do céu,fizeram cantigas à respeito dos suores e cheiros.
Mas, só àquela ilha tênue,não seria o máximo,para uma existência pequena?
Quem saberá dos descaminhos?
Quem saberá dos encontros,do olho-a-olho, dos dentes, boca, sexo?
Apenas entrevê o acesso do horizonte;abraça algas, conchas...
e sabe esperar as determinações do acaso.
Jurandir Rita

A Flor,Parte I


Andas tão distraído que nem reparastes na flor,

A flor que debutou na sua janela

Nasceste ali por puro acaso

Permanecera ali por incentivo do amor

Crescia por causa dos seus dizeres

Já não sabia viver sem ti ,Água pra suas raízes

Morreu seca por falta d’água

Seca por falta de amor

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Pintura

E a ponte vem sendo a distância de quem ta só
Pinto o céu de carvão
Já é noite para mim
Aliás tem sido sempre noite
Perdi a conta de quantas estrelas pintei por aqui
Estrelas cadentes que realizavam os desejos de outrem
Quero voltar ao ínicio
Pintar de amarelo os dias
E de azul celeste as tardes
Esquecer que as noites existem e valsar ao seu lado
Valsar,valsar
E só lembrar do mundo novamente quando pintar de rosa e vermelho
Mais um amanhecer ao seu lado.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Casinhas Coloridas

Vi as casinhas coloridas subindo o morro
Eram lindas de se ver
Naquela tarde o acaso me levaste até perto de você
Não sabia dizer se era bom ou ruim
Mas sabia que depois daquela tarde tudo seria diferente dentro de mim
Foi ai então,que uma brisa suave trouxe o teu cheiro até mim
Cheiro de sândalo misturado com jasmin
Cheiro de flores do campo
Que tão logo me fizeram amar a ti.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

quinta-feira, 2 de abril de 2009

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Cores do Pelô




Janelas se abrem em escarlates cores neon


Risos surgem em rostos maltratados pela sociedade


A delicadeza não existe naquele lugar


Só dor, desprezo e esquecimento


Ladeiras e casarões surgem a suplicar infinitas cores


Vermelho, roxo, azul, verde, laranja, amarelo...


Seguindo de perto toques inspiradores


Tambor, timbal, pandeiro, violão...


Misturando-se todos em um só caldeirão


Que ferve, e ferve em grande agitação


Camila Mota

terça-feira, 31 de março de 2009

Inocência Perdida


Tempo



São 4 da manhã

Acordo na esperança de ter sonhado tudo até agora

mais não, realmentefoi tudo estragado, partido dilacerado

O sonho as conquistas agora todos parecem distantes

São como monstros gigantes como 100 golias

No desespero calamitoso de um estandarte ao alto

Ao lembrar de você

que sempre esteve ao meu lado nunca foi amado

como deveria ser...

preciso do seu abraço, de estar ao seu lado de lhe dar prazer.

Tudo não passou de um engano eu também te quero tanto

Me espera, vou aparecer...


Camila Mota

Crepúsculo


Tens (aparelho de ondas)






Perguntas, se eu tenho?

Mais é claro que tenho,

Não sabe de onde venho?

E não me venha com desdenho.

Se não entendeu, eu desenho.

Aparelho de ondas, engenho.

Manter-se discreto, empenho.

Se eu vacilar, me lenho.

Você não é entendido?

Ou será que foi um mal entendido?

Se dei a pala e não era, to perdido.

Não acredito em futuro vendido

Dou a idéia e viro bandido?

Quando eu vi a onda, já tinham acendido.

Meu passado é um pano encardido

E o seu silêncio é meu último pedido.

Não acredito que ficou com medo.

Apresento-me e peço que não tenha medo.

Cara inchada, de quem acorda cedo.

Vermelho nos olhos e amarelo no dedo

Minha fumaça é outra, eu labaredo.

Tiro de tempo no álcool é o meu segredo.

Já vira um livro, só pelo enredo

De autor desconhecido: André Argôlo Figueiredo.


André Argôlo Figueiredo

Máscara de Papel


Faces Ocultas


Ponto Final





Muitas vezes não

Significa o fim

Da história entre

Você e mim,

E significa sim

O término de

Uma oração

E no próximo capítulo

Vem o perdão

Seguido sempre

Da reconciliação.

Quem entende o coração?

Que teima em dizer:

Ponto final.


André Argôlo Figueiredo

Eu

Eu sou...

A inconstância entre a sapiência e a demência.

O casulo que espera o vôo da lagarta.

O diamante em trajes de grafite.

O sábio, porém, leigo.

O rude, porém, meigo.

Jogado neste mundo de meu Deus.

Sem as respostas certas.

Procurando as linhas tortas.

Mas, sempre questionando:

De onde vim?

Pra onde vou?

Quem sou?

... É isso que sou.


André Argôlo Figueiredo